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5 de jan. de 2011

"Esmeralda" atinge boa audiência em São Paulo e no Rio

O capítulo de ontem (04/01) de "Esmeralda" garantiu bons índices de audiência ao SBT em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A novela protagonizada por Bianca Castanho teve média de 7 pontos contra 6,5 da Record. Já no Rio e na Baixada Fluminense, a trama registrou um desempenho ainda melhor, com 11 pontos de média ante 4 da Record.

Entre as causas para o aumento do Ibope de "Esmeralda" foi a morte de Graziela (Karina Barum), veiculada no mesmo capítulo.

Estes são índices prévios, com medições na Grande SP e na Grande Rio. Dados consolidados podem variar para mais ou menos pontos.

23 de dez. de 2010

"Esmeralda" alcança a vice-liderança absoluta

A novela "Esmeralda" manteve a vice-liderança absoluta nesta terça-feira (21/12) para o SBT.

Exibida das 15h10 às 16h06, a trama obteve 7 pontos de média, contra 6 da 3ª colocada e 13 da 1ª.

2 de out. de 2010

"Esmeralda" bate recorde de audiência no SBT

O capítulo da última sexta-feira (01/10) de "Esmeralda" garantiu audiência recorde ao SBT na Grande São Paulo.

A novela protagonizada por Bianca Castanho teve média de 10 pontos com picos de 11 e se isolou na vice-liderança. Além disso, o folhetim se aproximou da Globo, que teve 12 pontos no mesmo período. A Record, com o "Tudo a Ver", ficou em 3º com 7 pontos.

O índice de "Esmeralda" nesta sexta-feira (01/10), considerando as casas decimais, chegou a ser superior ao alcançado pelo último capítulo de "Uma Rosa com Amor", transmitido em agosto.

17 de mar. de 2009

TV Crítica: Novos hábitos: a mudança no consumo das telenovelas brasileiras

SBT voltou a investir em telenovelas no ano passado, depois de um período parado.

por João Claudio Lins

Demorou mas aconteceu. O consumo da telenovela brasileira, tão cultuada pelos quatro cantos do mundo, enfim se abriu para o mercado interno. O comportamento da audiência se diferenciou, dando espaço para produções segmentadas e novos formatos.

A dramaturgia nacional evoluiu, ganhou novos personagens e até mesmo uma nova vilã, disposta a tudo para roubar uma fatia mais polpuda do mercado e desbancar uma liderança que perdura por décadas. Desenlaces surpreendentes, traições e disputas: a novela das novelas chega ao seu clímax com a promessa de muitas emoções para os próximos capítulos.
  • Os personagens:

Vamos aos protagonistas. No papel principal, destaca-se a “heroína”, a Rede Globo, detentora de 3 novelas inéditas, uma reprise e um seriado adolescente. Uma emissora de forte apelo popular e reconhecimento por suas obras.

No lado oposto, a antagonista Rede Record ataca com 2 produções em curso e 1 repeteco nas tardes. Completando o triângulo, no núcleo cômico, encontra-se o SBT que, de modo quase que patético, transmite “Revelação”, escrita pela mulher do patrão. Há ainda os figurantes, que exibem melodramas importados, como a CNT, mas eles raramente aparecem no contexto.

  • A trama:

Flashback para ambientar a história e a rivalidade dos protagonistas: 1999. Tínhamos uma Rede Globo prepotente e invicta, com suas novelas em alta, faturando muito bem, com algumas ameaças do SBT, que frequentemente emplacava algum “furacão mexicano”. Na Record, a dramaturgia nacional engatinhava, com produções baratas de retorno minguado.

  • A reviravolta:

No início dos anos 2000, o SBT ousou em firmar uma parceria com uma das maiores exportadoras de conteúdo do mundo – a emissora mexicana Televisa. Deste acordo, que durou 8 anos de co-produções, surgiram alguns destaques, como “Pícara Sonhadora”, “Marisol” e “Esmeralda” que, embora tivessem textos sofríveis, garantiram médias significativas.

Neste tempo, o SBT chegou a exibir no mesmo dia até 6 novelas da Televisa (inéditas e reprises). Cômico se não fosse trágico.

  • O clímax:

A ameaça à hegemonia das produções globais, contudo, não estava no SBT, mas sim na Rede Record, que a partir de 2004 passou a se utilizar da mesma fórmula da emissora líder. Desde que injetou cifras miliomárias em sua programação, a rede da Barra Funda entrou na dramaturgia disposta a investir pesado em elenco, em texto e em produção.

O primeiro golpe foi apostar na ousadia: estreou em um domingo a telenovela “Metamorphoses”, em parceria com a produtora Casablanca. O resultado foi desastroso. Um enredo que se perdeu pelo caminho, obtendo índices irrisórios.

A grande tacada, entretanto, viria logo a seguir, com a estréia do remake de “A Escrava Isaura”, que rendeu média de 13 pontos e picos de 25 em sua reta final.

  • O núcleo cômico:

Com o sucesso de “A Escrava Isaura”, a Rede Record engatou vários sucessos e investiu em novos horários e temas. Eis que surge o inusitado: uma trama romântica que tem como pano de fundo uma história que envolve mutantes.

Com índices animadores, a Record engata uma 2ª temporada, com um enredo que beira o absurdo, concorrendo direto com o principal produto da sua rival. Desde então, a novela global pena para chegar aos 40 pontos de audiência na faixa das 21h (sendo que a meta é 45).

Neste cenário de guerrilha entra em cena o atrapalhado SBT, que resolve investir na dramaturgia nacional e contrata Íris Abravanel, a esposa de Silvio Santos, para escrever uma trama recheada de improviso, amadorismo, pieguice e escracho, apesar de nada disso constar na sinopse original.

  • A análise por trás do enredo:

Esse melodrama dos bastidores das novelas é uma obra aberta. Portanto não há como supor o desfecho dos protagonistas. Pode ser que venha um furacão e elimine metade dos personagens e mude todo enredo, assim como fez Janete Clair em “Anastácia, a mulher sem destino”, em 1976.

De repente, a antagonista pode vencer e se tornar absoluta com suas tramas. Ou mesmo ser esmagada pela líder. Há ainda a remota possibilidade de o núcleo cômico, encabeçado pelo SBT, se destacar com alguma palhaçada, “arma secreta” ou “espasmo criativo” do patrão.

A diminuição dos índices de audiência – ou a pulverização deles, melhor dizendo – não indica que a dramaturgia brasileira esteja em crise. Mostra que o telespectador está aberto a novas propostas e que o mercado televisivo, mesmo em meio a uma crise mundial, ainda está aquecido.

Com isso todos ganham: o mercado anunciante, a equipe de produção, os investidores e o público. Final feliz. Até que alguém inove mais uma vez e invista em outros formatos mais rentáveis. Mas aí já é enredo para uma outra história.

19 de set. de 2008

"Nada Além da Verdade" perde para a RedeTV!

O "Nada Além da Verdade", apresentado por Silvio Santos na última terça (16/09), não agradou o telespectador. Enquanto Antonio Petrin estava no ar, o SBT amargou um doloroso terceiro lugar.

Petrin, que está fora do ar desde "Esmeralda" mas que pode ser visto na reprise de "Pantanal", respondeu a diversas perguntas de Silvio Santos porém não demonstrou o interesse do público e obteve 4,5 de média, atrás da RedeTV! por 20 minutos.