13 de jul. de 2008
OlharTV: Para sempre na memória
por Tatiana BruzziCom Fernanda Lima mais uma vez a frente da produção, o especial foi escrito por Maria Camargo e contou ainda com reportagens de Fernanda Scalzo, redação de George Moura, direção de núcleo de Ricardo Waddington e direção de José Luiz Villamarim.
Em uma hora de duração, o programa abordou a trajetória dos cinco músicos brasileiros que explodiram na mídia em apenas sete meses e ganharam reconhecimento através de canções como "Robocop Gay", "Pelados em Santos" e "Vira-Vira".
A produção foi composta por imagens de arquivo, dramatização e depoimentos de amigos, familiares e profissionais que os acompanharam durante a meteórica carreira. Entre eles, o apresentador Fausto Silva e o jornalista Eduardo Bueno, biógrafo do grupo.
Quem assistiu ao especial, pôde recordar (ou conhecer) um pouco mais sobre o universo de Dinho, Bento, Samuel, Júlio e Sérgio, integrantes do grupo. Antes dos “Mamonas”, eles faziam parte da Utopia, banda que trazia em seu repertório músicas já consagradas no mundo do rock.Após muita porta na cara, em 95 os rapazes mudam o nome da banda e adotam um novo estilo musical. Eles passam a se chamar Mamonas Assassinas e adotam letras de humor escrachado, porém sutil.
O caminho rumo ao sucesso veio a partir da música “Vira Vira”, versão engraçada de uma espécie de fado português, que em pouco tempo passa a ser uma das mais pedidas nas rádios. O resultado rendeu ao grupo mais de dois milhões de cópias vendidas de um único disco, a impressionante média de 30 apresentações por mês e sete meses de grande sucesso.
Como não poderia deixar de citar, o programa termina com o acidente que matou todos os integrantes, em 2 de março de 1996. Na ocasião, eles haviam feito seu último show da turnê no Brasil, na cidade de Brasília.
Como não poderia deixar de citar, o programa termina com o acidente que matou todos os integrantes, em 2 de março de 1996. Na ocasião, eles haviam feito seu último show da turnê no Brasil, na cidade de Brasília.
A banda seguiria para Portugal no dia seguinte aquela àpresentação. Segundo a Globo, mesmo após 12 anos do desastre, as causas que levaram à queda do avião na Serra da Cantareira ainda não foram totalmente esclarecidas.
A dramatização de "Por Toda a Minha Vida - A Trajetória dos Mamonas Assassinas", contou com atores novos interpretando os rapazes e quem viu irá concordar comigo, eles pegaram muito bem os trejeitos do grupo. E ainda, a já conhecida Fernanda de Freitas no papel de Valeria Zopello, a namorada de Dinho.
Assim como a maioria dos jovens da época, eu também curtia a banda. Confesso que desde sua morte, assim como de costume em casos como esse, procurei não ficar me martirizando com esse assunto e os deixei descansar em paz, preferindo manter uma lembrança alegre. Por isso, não pretendia assistir ao especial. Mas, acabei me rendendo na última hora. Ainda bem.
A dramatização de "Por Toda a Minha Vida - A Trajetória dos Mamonas Assassinas", contou com atores novos interpretando os rapazes e quem viu irá concordar comigo, eles pegaram muito bem os trejeitos do grupo. E ainda, a já conhecida Fernanda de Freitas no papel de Valeria Zopello, a namorada de Dinho.
Assim como a maioria dos jovens da época, eu também curtia a banda. Confesso que desde sua morte, assim como de costume em casos como esse, procurei não ficar me martirizando com esse assunto e os deixei descansar em paz, preferindo manter uma lembrança alegre. Por isso, não pretendia assistir ao especial. Mas, acabei me rendendo na última hora. Ainda bem.
A produção foi impecável e muito cuidadosa. Tratou o assunto com a delicadeza e o respeito que a família, amigos e fãs mereciam.








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