21 de jul. de 2008

"Profissão Repórter" mostra o medo de quem vive na linha de tiro

Amanhã (22/07), Caco Barcellos e a equipe do "Profissão Repórter" acompanharão o drama de quem vive perto da violência. A vida na linha de tiro de vários brasileiros que sofrem com o risco de serem atingidos a qualquer momento.

Caco estará em Recife, a capital com o maior número de homicídios no país. Um painel (body count), atualizado todos os dias, registra a quantidade de assassinatos na cidade. Caco contará a história por trás de um desses números - uma das vítimas da violência.

Os repórteres Júlia Bandeira e Felipe Gutierrez estarão no Rio de Janeiro. Eles percorrerão escolas públicas localizadas na linha de tiro entre policiais e traficantes em comunidades pobres da cidade, conversarão com alunos e professores traumatizados, além de falar com os taxistas companheiros de ponto do pai de João Roberto, o menino assassinado pelos policiais na semana passada.

No Pará, Caio Cavechini irá acompanhar o Frei Henri, que vive sob proteção policial 24 horas por dia. A morte dele já foi encomendada por R$ 50 mil. Advogado francês radicado no Brasil, Frei Henri luta contra a impunidade nas terras do Pará, onde 819 pessoas foram assassinadas no campo - mas nenhum mandante foi preso até hoje.

E, em Campo Grande, Gabriela Lian registrará a rotina do juiz federal Odilon Oliveira - o juiz mais protegido do país. Ameaçado de morte pelo tráfico, ele vive sob escolta de policiais federais dia e noite. É ele quem decide o destino de um dos bandidos mais perigosos do país, Fernandinho Beira-Mar.

  • O "Profissão Repórter" vai ao ar amanhã (22/07), logo após "Toma Lá Dá Cá".

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