15 de jul. de 2008
"Pantanal" reaviva o cambaleante SBT
Mas o problema pode ser descrito com uma frase da Lady Kate do “Zorra Total”: “tá bom, bom, bom, bom não tá, mas tá bom!”. Isso descreve a Rede Record. A emissora começou bem, mas, agora, apesar da audiência crescente, não faz brilhar os olhos de quem a vê.
As novelas vivem sua pior fase. Uma é cheia de mutantes e o texto inexiste, a outra vive de clichês, e, além delas, a novata "Chamas da Vida" ainda não mostrou a que veio e é um fogaréu sem fim. A audiência é boa, claro. Vai comparar o texto delas com "Ciranda de Pedra" e verifiquem se existe lógica para isso: é o mesmo que comparar a audiência do "Sem Censura" (TV Brasil) com a do "Programa do Ratinho" (SBT).
E o SBT, tema de hoje, depois que lançou mão de "Pantanal", parece ter acordado, mas, ainda assim, continua tentando retirar o mofo de produções passadas. Não bastasse reviver produções da própria casa, agora o mercadinho mudou de lugar, e o negócio é reaproveitar o que sobrou da extinta Manchete.
A coisa é tão medonha que exibem praticamente dois capítulos da trama de Juma Marruá e sem intervalos comerciais, ou seja, para que se possa conquistar uma audiência considerável. O problema, dessa estratégia, é óbvio: rapidinho "Pantanal" sai do ar.
Agora eis que surge a notícia de que Silvio Santos pretende assumir a liderança em apenas um ano. Não bastasse a Record que segue caminhando sem lenço e sem documento rumo ao mesmo lugar, agora Silvio segue pela mesma maré.
Sinceramente? Apesar de ter perdido considerável audiência nos últimos meses, as trapalhadas de Record e SBT somadas não colocam medo na Globo nem a longo nem a curto prazo. Ainda falta o “Q”.







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