15 de mar. de 2008

Big Brother Brasil ainda é preferência nacional

Por Endrigo Annyston do Blog Cena Aberta
Prestes a comemorar dez anos no ar, o Big Brother Brasil segue como o produto de maior sucesso da última década. Por mais que a cada edição a torcida do contra tente prever um final, um fracasso de audiência, nada disso acontece. O reality mostra fôlego para mais.

Isso se deve especialmente a brilhante equipe que atua nos bastidores. Se dependesse dos concorrentes da atual edição, o programa teria sido um verdadeiro fiasco. Todos mal selecionados.

A estrela da atração acabou sendo seu “vilão”, que não foi eliminado antes justamente para manter a temperatura em alta com sua mania de dizer “verdades” e desafiar os outros participantes. Marcelo foi amado e odiado. E salvou o reality.

E, além dele, os atrativos oferecidos pela produção fizeram a diferença. Lançaram mão de um “Big Fone”, que provocou as maiores polêmicas, e também privou os participantes de uma alimentação farta e de conforto. No inicio, alguns participantes passaram aperto. Até Ana Maria Braga os visitou e os “pobrinhos” não puderam se servir dos pratos preparados pela loira.

E agora, sem a presença de Marcelo, mais uma vez utilizaram uma estratégia inteligente. Convidaram a atriz Deborah Secco, que confessa ser viciada no show, para passar um dia com os concorrentes. E deu um novo “up” na casa.

E é esse o lance: não deixar a peteca cair, nunca. Quando se tem a vontade de fazer algo dar certo, precisa batalhar, mudar, correr atrás do prejuízo e não desanimar, mesmo quando tudo conspira contra. E foi o que aconteceu. Novamente, nas ruas, só se fala em BBB, mesmo que essa versão não seja o maior sucesso de audiência, contudo, chega a bater a novela das oito em algumas ocasiões.

E, com a visita de Deborah, ficou aquele gostinho de: e uma versão com celebridades, que tal?

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