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18 de mai. de 2009

Giovanna Antonelli será uma vilã em "Viver a Vida"

Recém saída de "Três Irmãs", onde deu vida a ginecologista Alma, Giovanna Antonelli (foto) já tem um novo trabalho pela frente.

A atriz foi escalada para viver uma vilã em "Viver a Vida", a próxima novela das 21h de Manoel Carlos. Entretanto sua participação começará a partir do capítulo 10 protagonizando uma cena em que salvará Helena, de Taís Araújo, de um afogamento.

Essa será a 2ª grande vilã da carreira de Giovanna. Em 2004, ela deu vida a maquiavélica Bárbara Campos Sodré em "Da Cor do Pecado", de João Emanuel Carneiro.

2 de mai. de 2009

“Da Cor do Pecado” lidera as vendas da Globo

Escrita por João Emanuel Carneiro, “Da Cor do Pecado” lidera o ranking das novelas mais vendidas pela Rede Globo.

O folhetim protagonizado por Taís Araújo, Giovanna Antonelli e Reynaldo Gianecchini já foi visto em mais de 100 países. Nas feiras de televisão realizadas pelo mundo, a Globo Internacional supera com folga a parceira holendesa Endemol na venda de produtos.

1 de fev. de 2009

Depois de "A Favorita", Bento Ribeiro vira VJ da MTV

Depois de interpretar o jovem Juca, em “A Favorita”, onde contracenava com a personagem Cida, de Cláudia Ohana, e juntos protagonizavam um casal polêmico devido a grande diferença de idade entre eles, Bento Ribeiro assinou contrato para virar VJ da MTV.

Aos 27 anos, o ator já fez participações especiais nas novelas “Páginas da Vida” e “Da Cor do Pecado”, no especial “Caramuru” e no programa “Faça Sua História”, todos da Globo.

Na MTV, Bento vai apresentar o programa humorístico “Furo MTV”, ao lado de Dani Calabresa e de Didi. A estreia está prevista para março. A nova atração faz parte da nova grade de programação da MTV, que será reformulada ao longo deste ano.

17 de dez. de 2008

Autor de "A Favorita" retoma cenas de suas outras novelas

Apesar de ter em seu currículo apenas 3 trabalhos, João Emanuel Carneiro (foto), de "A Favorita", começa a criar certas tradições em seus textos. O autor, que em 4 anos conseguiu sair do anonimato e entrar no seleto time de escritores das novelas das 21h, vem formando alguns clichês que fazem o telespectador se lembrar de "Da Cor do Pecado" e "Cobras e Lagartos", seus últimos trabalhos.

A primeira das semelhanças ocorreu no Baile das Máscaras, em que Flora (Patrícia Pillar), sentiu o perfume de Donatela (Cláudia Raia), que foi ao ar em setembro deste ano, cena muito semelhante a da novela das 19h (2006), na qual, Bel, interpretada por Mariana Ximenes, surge de surpresa em um baile da mesma caracterização e denuncia os vilões.

Nova ligação que pode ser feita entre "A Favorita" e outras novelas de Carneiro acontecerá nos próximos capítulos, em que Flora comprará o rancho por pouquíssimo ao ver que Irene, personagem de Glória Menezes, está falida e não terá outra saída.

A vilã aparecerá de forma triunfal surpreendendo a todos como dona do lar dos Fontini e não perderá a oportunidade de tripudiar em cima deles. Com previsão de ir ao ar em breve, tal texto também retomará o telespectador a "Da Cor do Pecado" (2004) em que Bárbara (Giovana Antonelli) consegue comprar a mansão do falecido Afonso, personagem de Lima Duarte, também por meio de um outro cliente e surpreendendo Germana (Aracy Balabanian).

As marcas dos autores globais acabam se tornando tradição a partir de algumas novelas. Gilberto Braga, autor de "Celebridade" e "Paraíso Tropical", vem se tornando conhecido pelo famoso "Quem matou?".

Já Agnaldo Silva foca seus folhetins sempre na pobreza do nordeste brasileiro, mas com personagens que conseguem dar a volta por cima. Manoel Carlos, talvez seja o que tenha suas marcas mais visíveis, tanto nas protagonistas que sempre se chamam Helena, como o foco no requintado bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

13 de dez. de 2008

Como transformar uma rejeitada em "A Favorita"

por Endrigo Annyston

Ontem (12/12) o Brasil todo acompanhou um capítulo eletrizante de "A Favorita", de uma qualidade comparável aos melhores filmes de terror, drama e suspense do exterior.

Uma seqüência que somente poderia ter sido criada por um autor genial como João Emanuel Carneiro, o maior talento da nova geração e que provou merecer ocupar o seleto espaço de autores de novela das “oito”, o coringa da programação global.

Muito se fala sobre a Globo ser muito rígida e dificilmente abrir espaço para novos nomes, entretanto, somente neste ano, vimos o surgimento de Andrea Maltarolli com a deliciosa "Beleza Pura", e, agora, a consagração de Carneiro, vindo de sucessos como "Da Cor do Pecado" e "Cobras e Lagartos".

O que se observa, na verdade, é o que eu disse: muito se fala. Existe um ex co-autor e roteirista da Rede Globo que vive dizendo isso, por exemplo. Deu sorte em um outro canal, e, no auge de sua prepotência, acreditou que seu “fenômeno” de novela bateria de frente com "A Favorita", trama que apelidou carinhosamente de "A Rejeitada". Mas ele não contava com a astúcia de um homem que nem era o Chapolin Colorado.

Ele e outros mais decretaram o fim da trama logo que foi revelado o nome da assassina, pois acreditaram que assim acabaria o suspense e o interesse do público, e, claro, a criatividade do autor. Não foi o que ocorreu. A genialidade de Carneiro deu espaço a todos os núcleos do folhetim, e não somente ao policial, como ocorria antes, trouxe novas histórias e temáticas e fez que, além da dupla Claudia Raia e Patrícia Pillar, Lilia Cabral brilhasse mais uma vez. Três atrizes que desempenharam tão bem seus papéis que dificultam a escolha de melhor atriz do ano.

Também trouxe um elenco fenomemal de monstros sagrados que proporcionaram interpretações de babar. Glória Menezes, Suzana Faini, Tarcício Meira, Mauro Mendonça, Ary Fontoura, Genésio de Barros e Milton Gonçalves. Esse pessoal mostrou o que é atuar de verdade.

E, nos últimos capítulos, especialmente Mauro Mendonça. Apenas com uso de expressões faciais mostrou todo o pavor de Gonçalo ao descobrir a verdade sobre Flora e também o ódio ao desmascará-la em um capítulo tão redondo quanto o de ontem (12/12).

Gonçalo morreu, mas, antes, lavou sua alma, disse tudo o que a vilã precisava ouvir, e, o melhor de tudo, fazendo uso do mesmo deboche com o qual ela lidou com a família Fontini todo esse tempo. E, agora, antes de ser desmascarada, a vilã loira ainda irá aprontar muito neste último mês de "A Favorita" que promete ferver.

O engraçado é alguns críticos dizendo que Flora e Donatela deixaram de ser dúbias. Vocês não assistem a novela? Ontem (12/12), inclusive, mesmo sendo a vilã, Flora continuava jogando como a boazinha da história, e, Donatela, segue como sempre fez: se fazendo de coitada e culpando Flora. Ou seja, não tivesse Carneiro revelado a assassina logo no início, ainda hoje a dúvida pairava no ar, pois todos seríamos Irenes.

Agora, Endrigo, o que você quis dizer lá em cima ao comentar que certo autor não teve uma grande oportunidade na Globo? Quis dizer tudo, afinal de contas, a Globo teve todos os motivos do mundo para não dá-la a uma pessoa que escreve uma porcaria de novela como "Os Mutantes" e ainda se acha o rei da cocada preta.

O mais engraçado? Essa mesma pessoa que dizia que iria ter a primeira novela a desbancar a novela das oito da Globo, no auge dos 24 pontos, hoje briga com colunista em seu blog. Patrícia Kogut disse em sua coluna que ele dá 10 e ele retruca dizendo que dá 12 pontos de audiência. De qualquer forma, 12, é metade de 24, e, enquanto ele vê sua trama agonizando em público, "A Favorita" segue dando mais de 45. Mesmo não sendo a maior audiência da história da TV, oferece algo superior, que é uma história de verdade e não um troço sem pé nem cabeça, o que faz total sentido, afinal, na novela do outro tem até a mula.

Enfim, parabéns João Emanuel Carneiro, mais uma vez. Um autor de verdade.